Poesia da vida real

Não tenho o dom de escrever poesias, nem me considero um poeta nato, pelo meu atrevimento, que me perdoem os de fato.
Há quem diga que a poesia é sentimento,  alma, coração, coisa e tal...
Porém o que escrevo hoje em forma de poesia, são minhas percepções da vida real.
Que saudade tenho de minhas aulas de "OSPB" e Educação Moral e Cívica, que os anos não trazem mais. Aprendi que a Pátria, são pessoas que falam a mesma língua, lutam e defendem os mesmos ideais para todos.
O grande vilão do momento e da vida real, agente causador de tantas mortes, presente em muitas campanhas, é o miserável cigarro. Há como eu gostaria de ver campanhas assim conta a corrupção que também mata muita gente por indiferença, por exclusão e desigualdade.
A mensagem transmitida, parece que só cigarro mata. Não é verdade poetas! Desmatamento também mata muita gente! Nos lindos campos já não há mais flores, desbotaram-se as cores, perderam se sonhos, vidas e amores. Nosso céu que era formoso e límpido, hoje é acinzentado pela poluição e fumaças, os rios de nossas terras, continuam verdadeiros lixões.

Em tuas vastas terras, ó Brasil gigante pela própria natureza, grandes latifúndios são a realeza. Das sementeiras de pequenos lavradores, brotam somente desilusões. Em teu solo Pátria amada, estão plantadas as marcas devastadora dos filhos teus. Não é só o cigarro, a fome também está matando nossa gente.
Gigante adormecido desperta, já foram 500 anos! Em nossas estradas, cruzes são plantadas diariamente, o peito de nossa gente abre-se a balas perdidas, quão perdidas nossas gentes estão. Tudo isso ao som do mar e a luz do sol.  Não é só o cigarro que mata, a violência também está matando nossa gente.
É muito triste para um País formoso, risonho e límpido resplandecer a imagem da desolação.

Mas teu povo, a postos resiste ao pouco de esperança que ainda existe.

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